Tratamento de Agua de Lagos e Tanques

Algas Verdes

Tratamentos de Tanques e Lagos - microoganismos

Alga Verde ao Microscópio

Entre os acidentes de percurso de 99% das pessoas que desejam ter um lago ou tanque com alguns peixes para lazer ou atividade comercial, o aparecimento das algas verdes é algo que os proprietários, em algum momento vão enfrentar. É bastante comum ver o prazer que um lago cristalino deveria propiciar transformar-se em total decepção.


Abaixo, vemos lagos com água cristalina e outros com a presença das algas verdes ou cianofíceas sendo a mais comum do gênero Clorela (C. vulgaris). A multiplicação desenfreada deste tipo de alga unicelular de coloração verde fica em suspensão e confere ao lago o terrível aspecto de uma sopa de ervilhas.

Plantas Aquáticas em Águas Cristalinas

Plantas Aquáticas em Águas Cristalinas

Água Cristalina com Carpas Koi

Água Cristalina com Carpas Koi


Lago com desenvolvimento de Algas Verdes

Lago com desenvolvimento de Algas Verdes
antes da aplicação do produto

combate Algas Verdes

Amostra algas verdes
para laboratório


algas verdes
Tratamentos e controle de Algas

Existe uma combinação básica de elementos que favorecem o aparecimento excessivo destas algas: Luz + Excesso de Nutrientes + Oxigênio = Algas.

Com relação ao oxigênio e luz não há muito a fazer até porque é essencial à vida aquática, entretanto, com relação ao excesso de nutrientes podemos observar algumas regras simples que podem resolver o problema:
O fator que propicia o desenvolvimento de algas verdes é a presença de nutrientes provenientes ou da decomposição da matéria orgânica que libera o nitrogênio, fósforo e potássio (NPK) ou da terra propriamente; estes nutrientes podem chegar ao lago através de:


1) Poeira e enxurradas.
2) Sobras de ração não aproveitadas pelos peixes;
3) Alimentos de baixa qualidade e que esfarelam ao simples contato com a água;
4) Rações inadequadas, com muita proteína, próprias para pesqueiros ou engorda de peixes geram muitos resíduos que poluem os viveiros.
5) Superpopulação gera excesso de matéria orgânica por dejetos dos peixes e a amônia produzida pela respiração branquial resultando em nitrato e fosfato é fonte de alimento para as algas;
6) Inexistência ou deficiência de filtragem mecânica e biológica que retiram o excesso de matéria orgânica e detritos sólidos da água.
7) Outro problema comum em lagos de jardins é a má circulação de água, fazendo aparecer zonas mortas, locais onde não existe circulação efetiva de água e onde se dá o acúmulo de matéria orgânica.
8) Algas verdes aparecem também devido à construção de lagos rasos e com fundos de cor clara como o azulejo branco onde a luz, atravessando a água, encontra uma superfície clara no fundo, tende a refletir-se de volta, como um espelho, potencializando seu efeito e causando um rápido aparecimento de algas.
9) A inexistência de plantas aquáticas no lago é fator que permite o desenvolvimento das algas verdes.

Tratamentos de algas

O tratamento para controle de Algas Verdes pode ser feito com: (1) redução de nutrientes na água via filtro biológico, (2) Redução de Nutrientes via filtração física, (3) Radiação Ultravioleta e (4) uso de enzimas e via algicidas.

(1) Redução de Nutrientes via biofiltro:

1) No caso da poeira e enxurradas, paredes ou elevações naturais em torno do lago podem impedir a entrada deste tipo de detritos por ocasião de chuvas;
2) Lagos de Jardim com peixes ornamentais devem ter ração apropriada e que não se desfaça muito rapidamente;
3) O excesso de nitratos pode ser minimizado com a prática de renovação parcial da água, principalmente durante estações secas, tendo em vista que o Nitrato, um dos principais alimentos das plantas e das algas, é cumulativo na água.
4) Para controlar as algas verdes via redução de nutriente, pode-se combinar o uso de plantas concorrentes por comida no lago, que absorvem os nutrientes continuadamente. Os nutrientes absorvidos pelas plantas, notadamente os nitratos e fósforo, faz concorrência às algas verdes ou cianofíceas reduzindo-lhes ou anulando-lhes o crescimento com o tempo.
5) Para melhorar a circulação e água, nas áreas mortas, não tratadas pela filtragem, devem-se instalar bombas de circulação com saídas estratégicas que propiciem a correta movimentação da água por todo o lago. A construção de lagos circulares favorecendo o efeito de “vortex” (redemoinho) auxilia na eliminação destas zonas. No caso de lagos com formatos retangulares, sugerimos profundidades diferentes para decantação preferencial nas partes mais fundas e onde se localizam os ralos de circulação. Cascatas devem-se localizar na parte rasa do lago de forma a conduzir os detritos na direção das bombas de captação para fins de filtragem, localizadas no lado oposto. As bombas auxiliares para movimentação da água e eliminação dos pontos mortos deverão apontar o fluxo sempre para o ponto principal de captação.
6) Para evitar o excesso de luz e reflexão, os lagos devem ser construídos com cores mais escuras e com profundidades variáveis que alcancem de 50 a 80 cm para facilidade de manutenção e incidência de luz solar direta.
7) As plantas são excelentes coadjuvantes no combate e prevenção de algas por competir pelos mesmos nutrientes. Pode haver o caso de serem comidas pelos peixes como Piaus, Carpas e Kinguios o que pode ser evitado utilizando vasos altos dentro da água que aflorem à superfície. A colocação de areia como simples meio de fixação das plantas é uma boa estratégia, pois a planta acaba buscando os nutrientes que estão na água, competindo com as algas. Plantas para esta estratégia são os Papiros (Cyperus papyrus) incluindo o Papiro Anão o Chapéu de Couro (Echinodorus grandiflorus), as Sagitarias (Sagittaria montevidensis) e as Ninféias consideradas as Rainhas dos Lagos.

As Ninféias devem ser plantadas no fundo do lago, dentro de um vaso contendo um pouco de húmus de minhoca misturado com areia em iguais proporções e uma camada de cerca de 10 cm de areia grossa inerte por cima prevenindo que o húmus não se desprenda facilmente na água. Esta planta lembra o formato de uma Vitória Régia em menores proporções e pode ser plantada através de muda ou em forma de batata ou bulbo no fundo do lago a 60 a 80 cm de profundidade. Produz flores bonitas.

Excelente meio de combate às algas verdes é a construção de um filtro biológico ou filtro de plantas aquáticas flutuante anexo do lago, um canal raso e estreito com máximo de 50 cm de profundidade por 0,5 a 1,5 metros de largura, adjacente ao lago ou em torno do mesmo, como fosso de castelo medieval, que perfaça 1/20 a 1/10 da capacidade do mesmo em volume. Este canal deverá ser devidamente impermeabilizado e interligado ao lago para que, com o auxílio de uma bomba fraca, propicie um fluxo de água suave, permitindo jogar a água de uma extremidade à outra, fazendo-a retornar, por fim, ao lago, e assim sucessivamente. Plantas para esta finalidade são os Aguapés (Eichornia crassipes), Pistias ou Alface d’água (Pistia stratiotes), Salvinias (Salvinia auriculata), Jibóias (Scindapsus aureus), e outras. Estas plantas ficarão soltas dentro deste canal flutuando, com as raízes submersas e as folhas emersas. A idéia básica é que suas raízes absorvam nutrientes essenciais às algas, evitando sua proliferação, e funcionando ainda como filtro mecânico retendo as micropartículas sólidas em suas raízes.

Outro sistema semelhante de filtro biológico flutuante utiliza plantas aquáticas terrestres ou semi terrestres de ocorrência em lugares alagados e utilizando a brita ou rodela de bambu como meio suporte. O sistema mantém o padrão estético dos jardins e podem ser utilizadas plantas como o Copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), o Papiro (Cyperus papyrus) e o Biri (Canna edulis).

Os filtros biológicos a cada passagem, apresentam uma eficiência de remoção de sólidos em suspensão de cerca 60% para os tanques com brita e de 33% para os tanques com bambu. Retiram quase toda a matéria orgânica, com 60% de eficiência de remoção para os tanques de pedra brita e de 33% de eficiência de remoção, para os construídos com leito de bambu”. Os resultados médios obtidos para outro parâmetro de qualidade da água chamado de demanda química de oxigênio (DQO), que mede indiretamente a carga de matéria orgânica foram de 64% para a brita e plantas mistas e 55% sem o uso de plantas. No caso dos anéis de bambu, os índices foram de 30% e 20%, respectivamente. O uso de filtros biológicos naturais é uma solução bastante atraente devido ao baixo custo operacional e valor paisagístico.

Tratamentos de Tanques e Lagos
Tratamentos de Tanques e Lagos

“A planta cresce em cima da água poluída que serve como uma espécie de adubo natural para as espécies.”

Cultivo de plantas em tanques e lagos poluídos:

Lagos poluídos
Cultivo de plantas em lagos poluídos
Cultivo de plantas em lagos poluídos

Plantio de Plantas Aquáticas flutuantes ou de áreas encharcadas:

Plantas aquaticas
Plantas aquaticas

(2) Controle de Algas Verdes por Radiação Ultravioleta (UV)

Controle de Algas Verdes por Radiação Ultravioleta

Os Equipamentos UV também são bastante utilizados para o controle de Algas verdes. Os Esterilizadores Ultra Violeta ou “Filtros UV” atuam através da radiação UV-C , matando células vivas pela destruição do DNA.


Promove o controle não só das algas em suspensão, como também de várias doenças causadas por organismos presentes na água. Trata-se de um recipiente cilíndrico, em forma de tubo, cujo núcleo possui uma lâmpada UV com uma potência (watts) dimensionada ao tamanho do lago.

Por dentro deste tubo circula a água que é enviada por uma bomba, devendo passar por uma pré-filtragem a fim de não enviar detritos sólidos que comprometam a eficiência da radiação ultravioleta (UVC). Dentro deste tubo de material plástico ou inox, encontramos um outro tubo de quartzo que protege a lâmpada UV do contato direto com a água. Este tubo de quartzo possui algumas finalidades específicas no sistema UV: fazer com que a lâmpada trabalhe em uma temperatura de cerca de 40ºC ideal; evita que a lâmpada, trabalhando a seco, por falha de bomba de água, esquente demasiadamente e acabe estourando assim que o fluxo retorne por choque de temperatura.

Cada microorganismo apresenta diferentes níveis de resistência à radiação ultravioleta. A quantidade de radiação é dada pela potencia dada na exposição e o tempo a que o organismo fica exposto. O nível de Radiação (µW/seg/cm2 )necessário para controle de algas e bactérias com uso do Filtro UV ou Reator de Ultravioleta é, em geral:

Bacterias µW/seg/cm2
Aeromonas 3,620
Clostridium tetani 20,000
Pseudomas aerginosa 10,500
Salmonella enteritidis 7,600
Streptococcus hemolticus 10,000
Algas  
Chlorella vulgaris 22,000
Virus  
Hepatitis Virus 26,100
Influenza Virus 26,100
Rotavirus 24,000

Observações prática indicam que um equipamento que dê 35 litros/hora/watt (lh/w) para aquários e 100lh/w* para lagos, estará cumprindo a eficiência mínima necessária. Multiplicando os valores acima pelos watts da lâmpada encontram-se as vazões necessárias. Por exemplo, o fluxo ideal de água para uma lâmpada de 36 watts, deve estar entre 1260 a 3600 litros/hora o que não quer dizer que o filtro não irá funcionar se o fluxo for um pouco superior, mas esta é a medida ideal, a que chamamos de “fluxo ótimo ou ideal”.


Acredita-se que a radiação UV destrói as bactérias benéficas que fazem a filtragem biológica. Isto não ocorre porque tais bactérias formam colônias e não ficam soltas na água, ao contrário, permanecem fixas em locais que oferecem superfície de contato, tais como o cascalho. Como advertência, não abra o filtro UV para ver se a lâmpada está funcionando corretamente, a exposição dos olhos e pele a esse tipo de radiação pode causar queimaduras.

(3) Controle de Algas Verdes por Filtração

Filtronat

O controle de Amônia e Nitrato (Nitrogênio) evita que as algas tenham alimento para se desenvolver. A filtração da água através de argilas com atração por nitrogênio o retira do sistema. Sua grande área superficial, (40 m2/g), remove os poluentes por adsorção. A amônia (NH4+) é removida, a matéria orgânica tanto na forma dissolvida como coloidal, os ácidos húmicos além de proteínas, e lipídios.


Depois de saturada, como a areia, tem capacidade de regeneração por retrolavagem, tem alta permeabilidade e pequena perda de carga. Pode substituir o carvão ativado em quase todas as aplicações:

Quadro Comparativo com o Carvão Ativado

Quadro Comparativo com o Carvão Ativado

(4) Oxinat – Controle de Algas Verdes via Enzimas

Oxinat

Surtos de algas unicelulares aparecem em tanques, lagos e piscinas devido à presença de Fósforo e do Nitrogênio em níveis acima de 3 – 5 mg/l. Isto ocorre em lagos por fertilização agrícola das terras vizinhas, pó levantado nas estradas e por acúmulo de matéria orgânica (folhas, galhos, etc..), ração, etc..


É difícil controlar estes adubos naturais por via química, sem afetar os peixes.SNatural desenvolveu o Oxinat, produto de origem natural, na forma de cristais brancos que inibem e matam as algas verdes.

Uso do Produto

Controle de Algas com Oxinat

1) Dosagem: 10 - 50 mg/litro de água Ex.: para 1 m3 ( 1 000 litros) de água usar de 10 a 50 gr do produto Referência: 1 colher de café equivale a 2 gr e uma colher de chá a 5 gr
2) Espalhe os cristais uniformemente sobre o tanque e circule a água por 1 hora
3) Desligue a circulação ou os aeradores ARMAX e deixe as algas mortas sedimentarem. Em 1-dia podem ser aspiradas do fundo por um sistema comum de filtro de piscina.
As algas poderão voltar devido à existência de mais fósforo e nitrogênio que penetre no tanque.

(5) Controle Algas Verdes por NatFloc – Floculante

Tanques, lagos e rios com vida aquática acumulam matéria orgânica, nutrientes minerais, rações, dejetos, água de chuva e enxurradas, poluição humana, detergentes e efluentes industriais que lançam nitrogênio e fósforo na água ajudando na proliferação de algas que turvam a água, comprometem a própria vida aquática e alteram sua qualidade inviabilizando sua captação.

Controle Algas Verdes por Floculante
Controle Algas Verdes por Floculante
Limpeza de lagos

Condicionamento a Água para Tratamento

Os valores de pH, dureza total e alcalinidade da água devem freqüentemente ser ajustados às necessidades dos animais.

pH - Os peixes vivem em uma determinada faixa de valor de pH; em aquários de água doce onde vivem com peixes de espécies diferentes, os valores de pH oscilam entre 5.5 e 7.5, em aquários de água salgada o pH fica entre 8.0 e 8.5. Os peixes adoecem rapidamente quando o valor de pH é inferior 4.5 ou maior que 9.0.

Turbidez - Se um líquido contém substâncias sólidas não dissolvidas, a luz que atravessa o líquido fica em parte absorvida. A turbidez se deve a partículas em suspensão ou colóides: argilas, limo, terra finamente dividida, etc.

Alcalinidade - representa a quantidade de carbonato de cálcio (CaCO3) presente na água; Águas com menos de 20 mg/litro apresentam baixa atividade microbiana. A alcalinidade se relaciona com o pH, gás carbônico e a nitrificação da amônia. As bactérias nitrificantes retiram o carbonato da água para formar o seu esqueleto e o processo de oxidação da amônia. Aumentando o nível de amônia no sistema, se reduz a concentração de carbonato de cálcio e a falta deste elemento compromete a vida microbiana benéfica dentro do lago. Monitoram-se os níveis de carbonato de cálcio para que fique entre 70 a 120 ppm em condições normais. Sendo a faixa permitidal de 50 a 300 mg/litro. Para cada grama de amônia que entra no sistema são necessárias 7 gramas de carbonato de cálcio para sua neutralização.

Importante: A presença de CaCO3 promove um efeito tampão na água, evitando grandes mudanças de pH geradas pela transformação do gás carbônico em ácido carbônico.

Indicador de pH e Alcalinidade - Kit

Indicador de pH e
Alcalinidade - Kit

Aplicação de Nafloc

Aplicação do Nafloc

Controle de algas verdes

Controle das Algas Verdes


Natfloc - Instruções para Tratamento

NatFolc

NatFlolc

1) Medir a alcalinidade e o pH da água com o kit
2) Elevar e manter a alcalinidade para 120-150 ppm (mg/l) com Barrilha (Carbonato de Sódio) comum na proporção de 100 gr por metro cúbico de água (1 000 litros) dependendo da alcalinidade original. (*)
3) Após elevar a alcalinidade verificar se o pH esta entre 7,2 e 7,4 ideal para os peixes.
4) Com o pH entre 7,2 e 7,4 e alcalinidade entre 120 e 150 ppm colocar o Natfloc na proporção de 6 ml/m3 de água.


5) Manter a agitação constante da água no tanque para que o Natfloc entre em contato com a poluição e detritos.
6) Com 2-3 dias os resíduos tendem a flocular e decantar no fundo da lagoa e podem ser retirados com aspiração. (*) Tabela de dosagem no fim o Catalogo – anexo.

O processo de tratamento é progressivo e pode demorar 30 dias dependendo do tamanho do tanque ou lago. Uma filtração adicional ou aspiração será necessária para remoção dos resíduos decantados. Microorganismos podem aparecer devido a esta eutofização: a Karenia brevis, Heterosigma akashiwo, Aureococcus anophagefferens, Alexandrium tamarense, Karenia mikimotoi e outros. O tratamento em áreas grandes como em represas, açudes, etc., a ocorrência e crescimento rápido de algas poderá ainda ser tratada com argilas especiais que aglomeram as algas levando-as ao fundo com ajuda de Natfloc.

remoção de algas com argila

Remoção de algas com argila

Aplicação da argila sobre o lago para remoção de algas

Aplicação da argila sobre o
lago para remoção de algas


(6) Controle Algas Verdes por Algicidas

Alternativas não naturais como os Algicidas, resolvem rapidamente o problema das algas, mas se usados de maneira errada matam além das algas, as plantas, os peixes, os microorganismos benéficos, etc.. Os algicidas devem ser encarados como tratamento de choque, como a maioria possui cobre em sua composição, de efeito cumulativo, é nocivo às plantas e animais quando em altas concentrações. Se usados, aumente a capacidade de aeração/oxigenação e reforce a filtragem a fim de retirar rapidamente as algas mortas pois elas poderão retirar, em sua decomposição, todo o oxigênio disponível na água para os peixes, matando-os.

(7) Skimmers ou Flotadores

flotadores de partículas

Folhas e excesso de poeira que caem sobre a lâmina propiciarão excesso de nutrientes que serão absorvidos pelas algas. Em geral se usam skimmers ou flotadores de partículas sólidas flutuantes para retirar a sujeira flutuante para fora do lago e cairá num reservatório construído do lado externo na mesma altura da lâmina.


Este reservatório pode ser uma espécie de caixa retangular com uma divisão no meio; de um lado ficarão as folhas que serão posteriormente retiradas manualmente e do outro lado da caixa ficará uma bomba que devolverá a água sem detritos ao lago. Entre a bomba e as folhas, adaptamos uma tela plástica que faça a separação das folhas e da água limpa dentro da caixa. Desta forma resolvemos o problema das folhas que caem na água com bastante eficiência evitando o excesso de matéria orgânica. Os flotadores não retiram sozinhos as algas verdes mas ajudam no controle do Nitrogênio e Fósforo as causas do aparecimento das algas verdes.

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