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Zona de Raízes

Zona de Raízes 2017-06-23T15:57:28+00:00

Zona de Raízes

A piscicultura, na criação de Tilápia e outros peixes é atividade em expansão em todo o mundo. Entre seus problemas principais, a manutenção da qualidade da água, determina o sucesso da exploração. Os peixes são demasiado sensíveis à falta de oxigênio, à poluição da água, à variação de temperatura, à salinidade, dureza, etc…

E podem interromper seu crescimento normal caso suas necessidades não sejam atendidas. Os peixes comem por dia 1-2% de seu peso, em ração, produzindo fezes e outros metabólicos que alteram a qualidade da água. A presença de amônia, gás sulfídrico (H2S), ácido carbônico e outros poluentes, são formados na decomposição anaeróbia desta matéria orgânica e na própria atividade metabólica dos peixes.

Para tratamento efetivo desta água possibilitando seu reuso, a SNATURAL desenvolve estudos com aeração e filtros biológicos que possibilitam uma qualidade de água constante e renovada. O Filtro Biológico por Leitos Cultivados, sistema de tratamento europeu, mas de uso generalizado nos EUA e Austrália, é capaz de tratar esta água, de forma simples, permitindo seu reuso e recirculação em circuito fechado.

Exemplo de projeto

Na cidade de Cotia, próximo a São Paulo, construíram-se 02 tanques somando 24 m3 de água com o objetivo de produzir 120 kg/m3 de peixe ao fim do ciclo de 6 meses, sem renovação de água. O projeto de tratamento da água é feito com filtro biológico por leitos cultivados e está em pleno funcionamento. A qualidade da água se mantém com transparência de 50 cm e a amônia em 0,8 mg/litro. A aeração dos tanques se faz com aeração por ar difuso constante a 5 mg/litro.

Tratamento de Água – Filtro biológico, ETE com Leitos Cultivados

O filtro biológico com leito cultivado pode ser usado também para tratamento de água produzida de efluentes industriais e de esgotos domésticos transformando-se numa estação de tratamento de efluentes – ETE de aplicação e soluções bem amplas no tratamento de água. O filtro é construído ao nível do solo, com diversas camadas de substratos específicos, de granulometrias variadas e com impermeabilização para evitar contaminação do lençol freático. Na superfície se plantam vegetais com capacidade de filtração biológica e de efeito visual agradável.

Plantas utilizadas: Papiro, Junco, Taboa, Copo de Leite, Banana d’Água, Jibóia, Lírio do Brejo, Biri etc..Vegetais como a alface, o agrião também podem ser usadas gerando uma atividade em desenvolvimento a aquaponia. Na aquaponia se usa os dejetos dos peixes como fonte de minerais para as plantas substituindo a adubação química normal. Tanto os peixes lucram com a limpeza da água como as plantas.

Aspectos da construção/funcionamento

Projetos de Aquaponia

Projetos de hidroponia com produção conjunta de peixes(aquaponia) estão sendo implantados: Peixe e alface com a mesma água, dobrando o faturamento sem adição de produtos químicos e adubos onde, no consórcio, as plantas se alimentam da rica água adubada retirando os elementos para seu desenvolvimento e, em contrapartida, os peixes lucram com a água limpa, cristalina e sem nutrientes. Poluentes como o nitrogênio e fósforo, responsáveis pelo desenvolvimento de algas, doenças e intoxicação de peixes são retirados para o desenvolvimento das plantas.

Num projeto de circulação de 2000 litros/hora se colhem 2000 pés de agrião ou alface em 20 dias com a produção de 200 kg de peixe por m3 de água. Este é um tempo recorde se considerarmos que na terra normalmente se conseguem estes rendimentos em 45 dias e na hidroponia em 25 dias. A qualidade do produto produzido é excelente, com aparência muito melhor e saudável comparada com a produzida em terra, em sistemas tradicionais.