Linha ARMAX · 100% fabricados no Brasil

Difusores de Ar para Tratamento de Efluentes

Difusores ARMAX de membrana EPDM, tubulares e tipo prato, fabricados pela SNatural no Brasil, que levam o oxigênio para onde a biologia precisa: o fundo do tanque. Dimensionamos difusores, rede de distribuição e soprador a partir da carga do seu efluente.

  • Bolha fina para eficiência de O₂; bolha grossa para mistura e efluentes com gordura
  • Linha ARMAX: 11 modelos padrão e medidas especiais, 100% fabricados no Brasil
  • Solução completa: difusores, rede de distribuição e soprador

Não sabe quantos difusores precisa? Veja um exemplo de cálculo passo a passo.

Tanque de aeração de ETE com difusores de ar de bolha fina em operação

Aeração por ar difuso em tanque de estação de tratamento de efluentes.

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anos no mercado, desde 1991
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estados brasileiros atendidos
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modelos padrão da linha ARMAX, fabricados no Brasil
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L/min de ar no maior difusor, o T9/120

Por que ar difuso

Mais oxigênio por kWh, com menos odor na planta

Nas ETEs biológicas, a aeração costuma ser a maior parcela do consumo de energia. Cada ponto de eficiência na transferência de O₂ aparece direto na conta de luz.

Processo

Como funciona um sistema de aeração por ar difuso

Quatro componentes trabalham em conjunto. O desempenho depende de todos, não só do difusor.

Instalações

Difusores de ar SNatural em operação

ETEs industriais, lagoas e tanques de piscicultura. Cada sistema dimensionado para a carga e a geometria do cliente.

Difusores de ar tipo prato instalados no fundo de tanque de aeração

Difusores tipo prato · tanque de aeração

Grade de difusores tubulares de membrana no fundo do tanque

Grade tubular · fundo do tanque

Tanque de aeração de estação de tratamento de efluentes com ar difuso

Tanque de aeração · ETE

Difusor tipo prato de bolha fina em operação

Bolha fina · difusor tipo prato em operação

Aerador autoafundante com difusor tubular para lagos e efluentes

Autoafundante · difusor tubular

Aeração de lagoa de piscicultura com difusores de ar

Lagoa · aquicultura

Linha ARMAX

Modelos de difusores de ar ARMAX

O formato é definido pela geometria do tanque, pela carga e pela forma de manutenção. Todos fabricados pela SNatural, 100% no Brasil, com outras dimensões sob projeto.

Difusores de ar tubulares de membrana EPDM bolha fina

Difusor tubular ARMAX · série T

Membrana de 60 ou 90 mm de diâmetro e 300 a 1.200 mm de comprimento. Montagem fixa ou em grade içável, sem esvaziar o tanque.

Difusor de ar tipo prato (disco) de membrana EPDM bolha fina

Difusor tipo prato ARMAX · série P

Discos de 128 a 305 mm sobre rede de fundo. Alta cobertura do fundo, distribuição uniforme e troca simples da membrana.

Difusor de ar de bolha grossa em operação

Difusor de bolha grossa

Para equalização, tanques de lodo e efluentes com sólidos, óleos e graxas. Menos O₂ transferido, mais mistura, pouca manutenção.

Aerador autoafundante com difusor tubular

Aerador autoafundante

Difusor em estrutura que se assenta no fundo pelo próprio peso. Instalação sem esvaziar lagoas, lagos e viveiros.

Ficha técnica

Especificações dos difusores ARMAX de membrana EPDM

Vazão de ar por difusor, em litros por minuto. Operar próximo da vazão média favorece a transferência de O₂; a vazão máxima é limite de operação, não ponto de projeto.

Difusores tubulares ARMAX · série T

Série T Ø × comp. (mm) Vazão média (L/min) Vazão máx. (L/min)
T6/30 60 × 300 50 – 70 180
T6/60 60 × 600 100 – 140 390
T6/120 60 × 1.200 200 – 240 680
T9/30 90 × 300 150 – 170 420
T9/60 90 × 600 200 – 300 816
T9/120 90 × 1.200 500 – 550 1.200

Difusores tipo prato ARMAX · série P

Série P Diâmetro (mm) Vazão média (L/min) Vazão máx. (L/min)
P10 128 22 58
P15 152 50 84
P20 203 100 162
P25 254 120 284
P30 305 140 420

Valores de catálogo. O número de difusores, a vazão de operação e a perda de carga saem do dimensionamento com os dados do seu efluente.

Dúvida entre tubular e prato? Mande as dimensões do tanque e a carga do efluente. Indicamos o modelo e a quantidade.

Comparativo

Bolha fina, bolha grossa ou aerador de superfície?

Cada tecnologia tem seu lugar. A bolha fina ganha quando a energia pesa; a bolha grossa, quando o efluente é agressivo à membrana; o aerador de superfície, quando não dá para instalar nada no fundo.

Critério Bolha fina Bolha grossa Aerador de superfície
Tamanho da bolha ≈ 2 a 5 mm ≈ 6 mm ou mais Não se aplica
Transferência de O₂ (água limpa) ≈ 5–8% por metro de submergência ≈ 2–3% por metro Depende de rotor e potência
Eficiência energética Alta Moderada Moderada
Mistura Boa Muito boa Boa na área de influência
Sólidos, óleos e graxas Tolerância moderada Tolerância alta Tolerância alta
Odor e aerossóis Baixos, aeração submersa Baixos, aeração submersa Maiores, respingo na superfície
Instalação Fundo: grade fixa ou içável Fundo Flutuante, sem esvaziar
Manutenção Limpeza periódica da membrana Baixa Motor e mancais
Aplicações típicas Lodos ativados, MBBR, lagoas aeradas Equalização, tanques de lodo, efluente gorduroso Lagoas existentes, reservatórios

Valores de referência em água limpa, condições padrão (Metcalf & Eddy, Wastewater Engineering; US EPA, Design Manual: Fine Pore Aeration Systems, 1989; US EPA, Fine Bubble Aeration, EPA 832-F-99-065). No efluente, a eficiência cai pelo fator α e depende da densidade de difusores e da vazão de ar por unidade.

Aplicações

Onde a aeração por ar difuso resolve

Dimensionamento

Dimensione a aeração com os dados do seu efluente

O número de difusores sai da demanda de oxigênio, não só da área do tanque. Você envia os dados, nossa equipe técnica calcula.

  1. Envie os dados. Formulário, WhatsApp ou e-mail. Se faltar alguma análise, orientamos o levantamento.
  2. Demanda de O₂. Calculamos o oxigênio para a carga orgânica (DQO/DBO) e, quando houver, para a nitrificação da amônia.
  3. Seleção e layout. Modelo, quantidade e posição dos difusores, rede de distribuição e vazão e pressão do soprador.
  4. Proposta técnica. Lista de materiais, layout, prazo de fornecimento e orientação para instalação e partida.

Dados que aceleram o dimensionamento

  • Vazão do efluente (m³/dia) e picos
  • DQO e DBO (mg/L); NTK ou amônia
  • Dimensões e profundidade útil do tanque
  • Processo: lodos ativados, lagoa, MBBR…
  • Temperatura do efluente e altitude do local
  • Soprador existente (vazão e pressão), se houver
  • Cidade e estado da instalação

Sem algum desses dados? Mande o que tiver. A gente ajuda a levantar o resto.

Exemplo de cálculo

Quantos difusores preciso? Um exemplo passo a passo

Estimativa preliminar para um efluente industrial. Serve como ordem de grandeza; o projeto definitivo usa os dados reais do seu efluente.

Exemplo ilustrativo. Não substitui o projeto de engenharia.

Orçamento

Solicite orçamento de difusores de ar

Conte o que você tem hoje: processo, tanque e carga do efluente. Um técnico retorna com a solução e o preço.

WhatsApp: (11) 5072-5452

Telefones: (11) 5562-1669 · (11) 5565-3254

E-mail: [email protected]

Enviamos para todo o Brasil. Clientes em mais de 22 estados.

O que vem na proposta

  • Modelo e quantidade de difusores
  • Layout da grade e da rede de distribuição
  • Vazão e pressão do soprador
  • Lista de materiais e prazo de fornecimento
  • Orientação para instalação e partida

Conteúdo técnico

Entenda a aeração no tratamento de efluentes

No tratamento secundário, bactérias aeróbias usam o oxigênio dissolvido para oxidar a matéria orgânica (medida como DBO e DQO) em CO₂, água e nova biomassa. Protozoários e outros microrganismos completam o processo e ajudam a formar o floco biológico. Sem oxigênio suficiente o sistema fica anaeróbio, perde eficiência e gera odores. Em lagoas com sobrecarga, a aeração pode ser combinada com microrganismos redutores de carga orgânica (BIOMAX).
A nitrificação é a oxidação da amônia a nitrito e nitrato por bactérias autotróficas (Nitrosomonas, Nitrobacter e outras). Consome cerca de 4,57 kg de O₂ por kg de nitrogênio oxidado e é sensível a OD baixo, pH e temperatura. Por isso sistemas com amônia elevada precisam de mais ar do que o calculado apenas pela DQO.
Surfactantes, óleos e sólidos dissolvidos reduzem a transferência de oxigênio em relação à água limpa. Essa razão é o fator α. Em estudo de caso da US EPA (EPA 832-F-99-065), o α médio medido foi 0,4 para bolha fina e 0,55 para bolha grossa. O dimensionamento parte da eficiência em água limpa (SOTE) e aplica α e as correções de OD residual, temperatura e altitude.
Odores em ETEs vêm principalmente de gás sulfídrico (H₂S) e compostos reduzidos formados em ambiente anaeróbio. Manter OD residual no tanque evita essa formação. A aeração submersa dispersa menos odores e aerossóis do que aeradores mecânicos de superfície.
Em lagos profundos formam-se camadas com temperatura e oxigênio diferentes, e o fundo pode ficar anóxico, acumulando nutrientes, H₂S e amônia. Difusores no ponto mais profundo criam uma pluma ascendente que circula a coluna d’água, oxigena o fundo e ajuda a controlar florações de algas. Veja a aeração de lagos e lagoas.
Quando não é possível instalar difusores no fundo, aeradores flutuantes e aerobombas de oxicirculação promovem aeração e circulação em lagoas, reservatórios e tanques de equalização. Conheça as opções.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre difusores de ar

O difusor de bolha fina gera bolhas de cerca de 2 a 5 mm, com mais área de contato e mais oxigênio transferido por kWh. O de bolha grossa gera bolhas de 6 mm ou mais: transfere menos O₂, mas mistura melhor e tolera efluentes com mais sólidos, óleos e graxas.
Com a mesma membrana EPDM, a eficiência depende sobretudo da vazão de ar por difusor e da cobertura do fundo do tanque. O prato favorece a cobertura de fundo; o tubular tem mais área de membrana por ponto de fixação e permite grade içável. A escolha sai do projeto.
Depende da carga orgânica (DQO/DBO), da amônia a nitrificar, da profundidade e da geometria do tanque. O exemplo de cálculo desta página dá a ordem de grandeza; envie os dados do seu efluente para o dimensionamento definitivo.
O soprador é selecionado pela vazão total de ar e pela pressão, que soma a coluna d’água sobre os difusores, as perdas da rede de distribuição e a perda de carga dos próprios difusores. Normalmente se usam sopradores tipo Roots ou de canal lateral; indicamos o modelo no dimensionamento.
Em lodos ativados, o usual é manter OD residual entre 1,5 e 2 mg/L. Abaixo disso, a nitrificação e a sedimentabilidade do lodo tendem a piorar; muito acima, gasta-se energia sem ganho proporcional no tratamento.
Sim, ainda que baixa. Difusores de membrana devem operar com ar contínuo e passar por inspeção e limpeza periódicas para evitar incrustação e aumento de perda de carga. A vida útil da membrana depende do efluente e da operação.
Com grade tubular içável ou aerador autoafundante, sim. Grades fixas de fundo normalmente exigem o tanque vazio para montagem e nivelamento.
Sim. Os difusores ARMAX são fabricados pela própria SNatural, 100% no Brasil. Além dos 11 modelos padrão das séries T e P, fabricamos difusores em outras medidas e fornecemos a rede de distribuição conforme o projeto.
Sim. A SNatural envia para todo o Brasil e já atendeu clientes em mais de 22 estados. A instalação é orientada pela nossa equipe técnica.

Oxigênio na medida do seu efluente

Difusores ARMAX fabricados pela SNatural, 100% no Brasil, e mais de 30 anos em tratamento de água e efluentes. Envie os dados e receba uma proposta com difusores, rede e soprador dimensionados.